Quando algumas pessoas ouvem este termo pela primeira vez, pensam em informática, medicina, ou estudo da linguagem. E com alguma razão, porque a P.N.L., efectivamente remete a cada um destes domínios, sem todavia fazer parte deles.

O que quer dizer Programação Neuro-Linguística ?

Programação :

Essa palavra provém da informática e remete analogicamente ao funcionamento do cérebro. Um programa de informática funciona segundo sequências que foram registadas, da mesma forma que o nosso cérebro funciona segundo sequências que foram aprendidas. Podemos conceber a vida como uma aprendizagem, e temos programas mais eficazes ou menos eficazes como, dirigir um carro, aprender uma outra língua, etc .....

Neuro :

Este termo remete à neurologia, mais especialmente à actividade dos neurónios. As últimas pesquisas sobre o funcionamento do cérebro demonstram com efeito que quando pensamos e agimos, há uma intensa actividade cerebral notadamente no nível das conexões neurológicas. Os nossos programas são realizados por percursos detectados, hoje, pelo electroencefalograma.

Linguística :

Este conjunto de dados passa pela linguística, que é o código do pensamento. De facto a linguagem dá-nos ao mesmo tempo a estrutura do pensamento e o seu modo de expressão. O estudo da linguagem, a linguística, permite-nos então estudar como se instalam e se desenvolvem os nossos programas mentais.

Podemos definir, Programação Neuro-Linguística, como um conjunto de atitudes de comunicação, através das quais o indivíduo aprende a viver melhor e a actuar de uma maneira eficiente nas situações que o cercam. Chama-se Programação, porque podemos programar o que queremos fazer para nos livrar de comportamentos indesejados, que nos incomodam, bem como podemos reforçar comportamentos óptimos que nos interessam; Neuro, porque a base das nossas acções começa no cérebro e ... Linguística, porque toda a nossa comunicação, seja em pensamento, seja com os outros, é feita através da linguagem verbal e não-verbal.

A P.N.L., é simplesmente mudança orientada para metas objectivas, para resultados aplicáveis para qualquer sistema humano: família, grupos, empresa, etc...,e principalmente consigo mesmo.

O termo “neuro-linguístico” vem da Semântica Geral que foi criada como uma disciplina que explica e treina como usar os nossos sistemas nervosos eficazmente.


A P.N.L. constitui-se numa nova abordagem de crescimento pessoal, com muitas técnicas e ferramentas capazes de produzirem resultados positivos no menor tempo possível.

Mostra, dentre outras coisas, que pessoas bem-sucedidas não são aquelas que não têm problemas, mas sim aquelas que possuem muitas ferramentas e recursos para resolver os problemas.

A P.N.L. possibilita-nos isto, à medida em que ensina a pensar criativamente nas situações, analisando-as sob vários ângulos e buscando vários caminhos que nos levem aos resultados que desejamos obter.

É possível ? É difícil ? É possível, não é difícil, só depende de si !

Richard Bandler, um dos idealizadores da
Programação neuro-linguística.
Autor de numerosos livros,
como o básico da P.N.L. «Sapos em Príncipes»,
alguns de parceria com John Grinder

Foi criada nos EUA na década de 70 por Richard Bandler e por John Grinder. Bandler estudou matemática, ciências da programação e psicologia.

A modelagem baseia-se na observação criteriosa de um determinado comportamento ou habilidade com o objectivo de os codificar e torná-los disponíveis a qualquer pessoa. Por outras palavras, Bandler e Grinder descobriram que a experiência é o resultado da forma como vemos, ouvimos e sentimos as coisas, o que frequentemente é chamado de "pensamento". Se aprendermos a pensar como outra pessoa, poderemos adquirir as mesmas habilidades e obteremos os mesmos resultados que ela obtém.

Grinder é linguísta e especialista em
Gramática Transformacional.
Juntamemte com Bandler
criaram a P.N.L. a partir de
um processo chamado
"modelagem de carácter".

Bandler e Grinder modelaram grandes "magos" em terapia, cujos resultados eram considerados brilhantes. Foi assim que estudaram Fritz Perls, criador da terapia da Gestalt, Virginia Satir, terapeuta familiar, e Milton Erickson, médico psiquiatra, psicanalista e hipnólogo, criador de formas originais de indução hipnótica.

Neste sentido, nada do que a P.N.L. diz ou faz é novo, pois muitas das suas técnicas já existiam antes da sua criação. O grande mérito foi o de ter estudado, codificado e ensinado o COMO, o processo das técnicas bem sucedidas em terapia, muito mais do que o PORQUÊ, demonstrando que se um comportamento é possível a uma pessoa, então ele é possível a qualquer pessoa. A P.N.L. indica, portanto, como reproduzir a competência humana.

Desde a sua criação, a P.N.L. estuda e codifica várias estratégias de pessoas que se destacam nas suas áreas de actuação. São estratégias de auto-estima, de comunicação, de criatividade, de flexibilidade e muitas outras que vêm sendo aplicadas com sucesso em pessoas que as desejam possuir.

Actualmente a P.N.L. é utilizada praticamente em todas as áreas da experiência humana: em terapia, na educação, nas artes, desportos, em organizações, vendas, no tratamento de doenças psicossomáticas, (há mesmo relatos de experiências bem sucedidas com doenças graves), no tratamento de compulsões (comer em excesso, fumar, etc.) e fobias (esta a grande descoberta da técnica) e as pesquisas continuam.

Alertamos o leitor para que desconfie da velha fórmula, sempre reciclada, segundo a qual o poder do pensamento positivo é capaz de criar sozinho qualquer resultado que se deseje. A P.N.L. mostra que é preciso muito mais do que isto - são necessárias estratégias, que são processos internos de pensamento, e também um planeamento, que inclua onde a pessoa está, aonde quer chegar e quais os recursos que vai utilizar para obter aquilo que deseja.

Vemos, portanto, que não existe substituto para o trabalho real, objectivo, e que se os resultados da P.N.L. são espantosos, todavia não são mágicos, posto que seguem um caminho, uma sequência, que podem ser descritos, aprendidos e repetidos por outras pessoas.

Quando afirmamos que a P.N.L.
estuda a estrutura da experiência subjectiva humana
(que inclui os processos internos de pensamento, sentimento, sensação, etc.)
isto quer dizer que é possível abordá-la
de forma objectiva,
pois apesar de ser subjectiva
ela possui estrutura (uma sequência que pode ser descrita, observada, modificada).

É exactamente por ser prática, demonstrável, lógica, que a P.N.L. produz bons resultados - e geralmente em tempos menores que os usados por outras abordagens.

As reacções fóbicas em geral acontecem quando as pessoas formam imagens da situação que causou a fobia como se estivessem nelas, associadamente (ainda que não se dêem conta disso). Quando uma pessoa se recorda de um facto estando associada nele, os seus sentimentos estão contidos no próprio facto. Porém quando as pessoas se vêem a si mesmas a passarem pela experiência, dissociadamente, como se assistissem a um filme, têm sentimentos sobre o que vêem. Neste caso, há uma certa distância entre o indivíduo e o facto.

Na cura da fobia, a P.N.L. utiliza basicamente a dissociação no processo de desfazer a associação entre o estímulo e a sensação (a resposta fóbica). Isto em geral é feito de forma simples, segura e rápida, lembrando que uma das formas através das quais aprendemos é a rapidez (a outra é a repetição).

Ressaltamos que a P.N.L. não se ocupa do conteúdo da fobia, mas da sua forma e processo. Por este motivo, não se perde em intermináveis interpretações e explicações sobre o porquê um indivíduo é fóbico.

 

(Teste Operação - Teste Saída)

 

Determina que todos os programas mentais e comportamentais dependem de um objectivo fixado e de possibilidades variáveis de se atingir esse objectivo. À medida que pensamos, estabelecemos objectivos na nossa mente (inconsciente ou consciente) e desenvolvemos um TESTE para qd ele tiver sido atingido. Se ele não for atingido, OPERAMOS para modificar ou fazer algo que nos leve mais perto do objectivo. Qd os nossos critérios de TESTE tiverem sido satisfeitos, então SAÍMOS para a próxima etapa. Portanto, a função de qualquer parte específica de um programa pode ser (T)estar a informação com os sentidos para verificar e estamos a progredir em direcção ao objectivo estipulado, ou (O)perar para modificar uma parte da experiência para que o (T)este seja positivo e a (S)aída para a etapa seguinte do programa.

P.ex.: Ao estar aqui convosco, eu estou continuamente a testar o meu progresso: “Que ponto atingi?”, “Estarei a ir no caminho certo?”, “O que estou a dizer está ser útil?”, “Estou a comunicar dum modo inovador?”. E baseada nos feedbacks, opero, faço algo e depois texto mais uma vez para avaliar o efeito da operação. Na vida é a mesma coisa: testamos, operamos, tentando modificar alguma coisa e dar o passo na direcção correcta.

E depois testamos mais uma vez: “O resultado desta operação foi eficaz?”. Baseados no resultado deste teste, continuamos a operar ou saímos. Então teremos chegado ao resultado final.


Este teste, envolve o estabelecimento duma meta, dum objectivo e de algum tipo de evidência para avaliar os progressos feitos em direcção ao objectivo. Para se poder avaliar ou testar, é preciso ter um caminho e alguma evidência que nos permitam saber se estamos a atingir ou não o objectivo.

Problema é a passagem do estado actual (EA) para o estado desejado (ED).

Poderemos superá-lo colocando "molinhas" nos pés, fazer qualquer coisa, não ficando parado.

A ajuda dum terapeuta c
om prática de P.N.L.
pode ajudar a ver a vida
ob outro ponto de vista

 

É importante mudar os óculos
com que se vê a vida.
A escolha é variada…

 



Quando o ser humano nasce, é-lhe uma caixa de aguarelas com todas as cores. Assim ele pode pintar a vida conforme deseja. Nos primeiros anos, usa côr-de-rosa, côr bonita mas que com a continuação de uso se torna monótona.

 

Conforme o tempo passa, vai aprendendo a misturar outras cores... sempre fica tudo mais variado.

 

Mas a estrada da vida não é linear,
porque se assim fosse seria monótona
como uma auto-estrada.

 

A estrada da vida tem altos e baixos, pedras e buracos e, se não se está com atenção, pode acontecer que se tropece e caia, misturando-se assim as cores da caixa de aguarelas, que ficam feias, com aspecto sujo e cinzento.

E há pessoas que ficam paradas a olhar as cores misturadas, sem se lembrarem de limpar a caixa, deitar fora aquela misturada feia e voltar a colocar cores limpas. Essas pessoas vêm a vida suja e cinzenta, pois não conseguem sentir alegria ao olhar a misturada feia da caixa de aguarelas.

Toda a gente já teve tropeções que lhe misturaram as cores da caixa de aguarelas e é preciso saber voltar a restaurar a beleza inicial, colocando as cores tal como Deus as colocou desde o início. E então, será possível apreciar o sol na sua beleza amarela estonteante, a lua com o branco que brilha, o verde das plantas nos seus diversos matizes, e as flores que usam todas as cores da caixa de aguarelas sabiamente colocadas. Será possível admirar os pássaros de cores vivas e outros de cores menos vivas, mas que nos encantam com os seus sons...

Para isso é preciso saber usar outra ferramenta: a cabeça.

Só que por vezes, a cabeça é um útero terrível e dela tanto podem sair flores e borboletas, quanto charcos e escorpiões. E de vez em quando, ela é invadida pelos demónios das catástrofes e dos horrores e aí não há corpo que aguente! Os tais demónios são produtores de filmes que são exibidos em sessão contínua na cabeça, provocando uma série de doenças que podemos resumir numa só: stress, depressão...

A grande novidade é que não precisamos ficar atolados nesta lama de dor, nem aceitar ser encharcados em anti-depressivos que cortam o raciocínio lógico.

Um psicoterapeuta habilitado e usando técnicas de P.N.L. (programação neuro-linguística) ou outras técnicas como terapia com essências vibracionais, relaxamento neuro-muscular, etc, pode dar uma grande ajuda pois ensinará a pensar sobre soluções.

Com a P.N.L., pode aprender a influenciar-se a si próprio e os seus relacionamentos com os outros, e a ter o tipo de experiência de vida que deseja. A P.N.L. funciona na construção de soluções nos negócios, no ensino, na terapia e nas relações pessoais.

Cada um de nós é um milagre à espera para acontecer! A P.N.L. oferece novos meios de convivência com os outros e com nós próprios, a fim de libertar o milagre que somos. Algumas pessoas usam as suas habilidades em P.N.L. para alcançar novos sucessos nas suas carreiras. Outros usam-nas para ajudar os outros a desenvolverem os seus potenciais. Mais importante ainda, com a P.N.L. a pessoa desabrocha interiormente e cria relacionamentos mais ricos na sua vida.

A P.N.L. baseia-se na descoberta de exemplos de excelência e na compreensão da maneira como essas pessoas fazem o que fazem, de modo que possamos adoptar esses modelos de excelência e usá-los nas nossas vidas. Com a P.N.L., pode mudar o seu pensamento, sentimentos, comportamento e, até mesmo, crenças, para criar mudança pessoal profunda, e para ajudar os outros a obterem mais recursos e a tornarem-se mais eficazes. O sucesso pessoal e profissional de cada um de nós depende da capacidade de nos comunicarmos eficazmente.

Mas não se veja na P.N.L.
uma panaceia milagrosa.
O grande trabalho
terá de ser do paciente.