Deve ser uma pessoa com experiência de vida.

Alguém ou com a mesma idade ou mais velho.

Essa pessoa deve ser capaz de viver o seu relacionamento e saber como o manter.

Deve ser uma pessoa imparcial para não impor o modo de agir ao cliente, mas sim ajudar a encontrar o caminho melhor.

Deve apoiar e compreender igualmente homens e mulheres

Se possível procure um casal, ou homem e mulher que trabalhem juntos.

Nem sempre se sentirá confortável com o seu conselheiro/psicoterapeuta, pois além de se sentir apoiado será também desafiado a pensar.

Se o seu companheiro(a) se recusar
a fazer o aconselhamento junto consigo,
a possibilidade de sucesso diminui.
Por vezes é o homem quem rejeita a ideia.

Algumas opções para estimular o seu parceiro(a) a ir consigo incluem:

 Permitir que o que está relutante, escolha o conselheiro/psicoterapeuta que ambos irão procurar.

 Procurar que o conselheiro/ psicoterapeuta trabalhe longe da residência dos consulentes, garantindo assim um maior anonimato.

 Fazer duas visitas experimentais para, então, avaliar se o seu parceiro(a) se sente bem.

 Assegurar ao seu parceiro(a) que ele tem liberdade de exprimir as suas reservas e ser ele(ela) mesmo(a).

 Concordar em deixar assuntos mais delicados fora do aconselhamento até que ele (ela) tenha avaliado bem o profissional e concorde em os abordar.

Mesmo que só um dos dois vá ao aconselhamento, ainda vale a pena, desde que o foco seja naquele que procurou ajuda e não em reclamações de como o parceiro(a) deveria mudar.
O papel do conselheiro/ psicoterapeuta será de fazer entender o cliente que precisa mudar primeiro para que o outro(a) mude.

 

O bom aconselhamento:


 Ajuda o cliente a contar a sua história, o que aconteceu na sua vida.

 Ajuda um a ouvir a história do outro.

 Ajuda os dois a encontrarem um caminho comum e o que ambos desejam mudar.

 Ajuda a que, passo a passo, sejam feitas mudanças e as mesmas sejam avaliadas.



Um aconselhamento implica gastos. Decida se está na disposição de prescindir de algo material para salvar o seu relacionamento e conseguir bem-estar. Caso a separação seja inevitável ou esteja a decorrer, há ­a necessidade de ser capaz de expor os seus pontos de vista, ouvir os do outro(a) e chegar a uma solução sem feridas maiores.

O papel do conselheiro/ psicoterapeuta
neste caso, será agir
como mediador no processo


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